domingo, 13 de setembro de 2009

JEANNE HEBUTERNE

Dos olhos de Modigliani Jeanne Hébuterne olha /
mira o nada com nada nos olhos /
com olhos de chuva /

Nenhuma pupila retina ou iris /
foi pintada por Modigliani nos retratos /
somente o espectro dos olhos dele /
abre os olhos dela /
ao arco-iris esboçado na paleta /
afresco de chuva /

O arco-íris pintado /
se retesa nas nuvens /
lançando flexas à terra /
e Jeanne Hébuterne olha /
com olhos de Modiglini /
de dentro da pintura serena /

Voando no dorso das mariposas /
cavalgando no corcel negro /
por onde o raio corta caminhos elétricos /
na noite imersa na princesa negra das flores /
Jeanne Hébuterne não imagina a tragédia /
nadando nas águas dos olhos /
doce pomba na vida e obra de Modigliani /
sempre em flor de afresco /
em primavera de Fra Angelico /

Jeanne Hébuterne no seu universo de Narciso /
flor no espelho da água /
à borda do suicídio /

Ofélia real /
subsunção de Shakespeare /

A DOCE MULHER JEANNE HÉBUTERNE, MADONNA DE MODIGLIANI

JEANNE HEBUTERNE: PAIXÃO POÉTICA DE SUICIDA

JEANNE HEBUTERNE, MULHER TIRADA DO MEIO LÍQUIDO DO SONHO, JÁ MORTA,
QUAL OFÉLIA DE SHAKESPEARE.

JEANNE HÉBUTERNE, MULHER ONÍRICA, AFOGADA NO AMOR

A BELA JEANNE DE MODIGLIANI

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sábado, 12 de setembro de 2009

O FILÓSOFO VEGETATIVO EM VAN GOGH


O poeta opera e pensa abaixo do nível instintivo : /
opera e pensa no plano vegetativo /
à flor da realidade vegetal /

Abaixo do mundo vegetal /
está a base mineral /
onde se assentam as raízes /
da primeira vida : /
a vida vegetal do Jardim do Éden /
o incipiente caminho palmilhado no solo pela vida /
na forma de árvore da vida /
árvore do conhecimento /
e ervas amargas /
abraçadas carinhosamente à terra /

No reino mineral /
onde dominam prioritariamente as rochas magmáticas /
os sais minerais e as gemas preciosas /
também há a água /
brotando dos lençóis freáticos /
fontes subterrâneas do mineral que alimenta raízes /
carrega sais e metais pela linha aquática de sua corrente /
a fim de fabricar ligas para corpos vivos /
e cuja umidade se espalha em um novo riacho /
arroio corrente nos caules das ervas /
escorrendo também por dentro de árvores e arbustos /
até ir à flor em pré-forma de mel /
com a qual as abelhas fabricam a doçura sem clorofila /
- o mel que corre pela terra /
rio amarelo com peixes de ouro para nutrir a vida /
à montante e jusante do álveo do alvo leite /
manancial corrente na boa terra prometida /
onde o poeta vive solitário /
exercendo sua sabedoria vegetal /
sua filosofia e ciência vegetativa /
em uma vida separada do mundo /
monge em sua tebaida /
o poeta está na distância demarcado pelo ermitão /
onde nem a razão ou a sensibilidade humana podem chegar /
porque estão muito longe do saber animal instintivo /
saber que está na distância eremita delimitada pelas ervas /
- no chão onde se agarram as mãos vegetais em forma de raízes /
que no homem está plantado no sistema nervoso vegetativo /
outro Jardim do Éden interior /
regado pelo Tibre e Eufrates /

O poeta é uma sábio vegetativo /
um filósofo vegetal /

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La palabra Edén suele ser utilizada como sinónimo de Paraíso, sin embargo la palabra Paraíso originalmente se refiere a un bello jardín extenso; mientras que Edén, es una palabra de origén acadio (un pueblo de estirpe semita), cuyo significado se refiere a un lugar que es puro y natural. Así, Edén se refiere más bien a una región geográfica, mientras que el Paraíso se refiere a un lugar más específico (un huerto o jardín situado en la parte oriental de dicha región).En la Biblia se indica que el Edén es un huerto o jardín que habría existido (al oriente), indicando su existencia en una región que se hallaría en el Oriente Medio. Igualmente se dice que de él salía un río que se dividía en cuatro, llamados: río Pisón, que se dice, rodeó toda la tierra de Havila; el río Gihón, que habría rodeado toda la tierra de Cus (Etiopía); el río Hidekel (río Tigris); que iría al oriente de Asiria; y el río Éufrates.En el libro Génesis en su capítulo primero, versículos 29 y 30 de describe la dieta vegetariana del paraíso original:

"29 También [Dios] les dijo [a Adán y Eva]: «Yo les doy de la tierra todas las plantas que producen semilla y todos los árboles que dan fruto con semilla;todo esto les servirá de alimento. 30 Y doy la hierba verde como alimento a todas las fieras de la tierra, a todas las aves del cielo y a todos los seres vivientes que se arrastran por la tierra.»"
Nueva Versión Internacional (NVI)

En el jardín del edén Dios habría colocado dos árboles especiales, llamados el árbol de la ciencia del bien y del mal y el árbol de la vida; y, además, en este huerto, Dios habría colocado a Adán y Eva, para que vivieran.En este lugar, Dios le otorgaría al hombre todo aquello que necesitase para tener gozo, placer y armonía, de este modo no le faltaría nada.Aquí también Adán y Eva desobedecieron a Dios y comieron la fruta del Árbol de la ciencia del bien y del mal. Fueron maldecidos por su desobediencia: él trabajaría con el sudor de su frente, ella daría a luz con dolor y la culebra reptaría.Luego fueron expulsados para evitar que el hombre alcanzara la vida eterna, pues ya tenía conocimiento del bien y mal al igual que la mujer provocó al hombre para que comiera del fruto del conocimiento. Esto está bien explicado en Génesis 3:22 y 3:24.

El ser humano ha llegado a ser como uno de nosotros, pues tiene conocimiento del bien y del mal. No vaya a ser que extienda su mano y también tome del fruto del árbol de la vida, lo coma y viva para siempre.

Para la protección del Edén y el camino hacia del árbol de la vida, La Biblia dice que Dios puso unos querubines al oriente del huerto de Edén, y una espada ardiente.

En la mitología griega las Hespérides (en griego antiguo Έσπεριδες, ‘hijas del atardecer’) eran las ninfas que cuidaban un maravilloso jardín en un lejano rincón del occidente, situado según diversas fuentes en las montañas de Arcadia en Grecia, cerca de la cordillera del Atlas en Marruecos, o en una distante isla del borde del océano.Adicionalmente, Hespérides (o también Islas Afortunadas) es un nombre dado por los antiguos a una serie de islas situadas en el extremo oeste del mundo entonces conocido. Éstas podían haber incluido Canarias, Madeira y Cabo Verde.Según diferentes fuentes, había tres, cuatro o incluso nueve hespérides, pero normalmente se consideraba que eran tres, como las demás tríadas griegas (las Cárites, las Greas, las Gorgonas y las Moiras). Algunos de sus nombres eran Egles, Aretusa, Eritia, Hesperia, Héspere, Hestia y Hesperetusa. A veces se las llamaba Doncellas de Occidente, Hijas del Atardecer o Diosas del Ocaso, aparentemente aludiendo a su imaginada situación en el lejano oeste, y de hecho Hésperis es apropiadamente la personificación del atardecer (como Eos es la del amanecer) y Héspero la de la estrella vespertina. También se les llamaba las Hermanas Africanas, quizá por cuando se pensaba que estaban en Libia.A veces eran retratadas como las hijas vespertinas de Nix, la Noche, y (según las versiones) de Érebo (la Oscuridad), de la misma forma que Eos en el más lejano este, la Cólquida, era la hija del titán solar Hiperión. Según otras fuentes eran hijas de Océano, de Atlas y Hésperis, de Hésperos, de Zeus y Temis o de Forcis y Ceto.Una de las hespérides era Hesperia, hija, según las versiones, de Nix por sí misma, de Atlas y Hesperis, de Héspero, o de Zeus y Temis. Sus hermanas son Egle y Aretusa.Las Hespérides tenían voces que encantaban y poseían el poder de cambiar de forma para enloquecer a los que las veían.



Clases de alimentos vegetales
Legumbres Cereales
Verduras Frutas

Setas

Los vegetales son alimentos que proceden de seres vivos que crecen pero no mudan de lugar por impulso voluntario.El reino vegetal está compuesto por organismos multicelulares, eucariotas, que son capaces de sintetizar su propio alimento por medio de la fotosintesis. En su mayor parte se encuentran en hábitats terrestres, pero algunas especies viven en el agua. Sus células se encuentran cubiertas por una pared celular hecha a base de celulosa, que les da gran rigidez y resistencia. Varían de tamaño desde aquellas pequeñas como los musgos, hasta gigantescos árboles que pueden llegar a medir más de 100 metros de altura.La división que hizo Aristóteles de la naturaleza, todavía tiene influencia en la actualidad. Distinguió tres clases de seres y los reunió en tres reinos:

  • Minerales, que crecen pero no viven ni sienten
  • Vegetales, que crecen y viven pero no sienten
  • Animales, que crecen, viven y sienten.

Por la aplicación de este concepto Carlos Linneo incluyó a los corales en el reino vegetal (Vegetabilia).En el lenguaje científico el término vegetal ha ido perdiendo utilidad, hasta un punto en el que la única definición posible es: Se llama vegetal a cualquier organismo de los que tradicionalmente han sido estudiados por los botánicos.os organismos de dos reinos completos de la clasificación moderna son estudiados por los botánicos: las plantas (reino Plantae); y los hongos (reino Fungi, incluyendo los líquenes).También son materia para la Botánica los organismos llamados «algas», fotosintetizadores acuáticos muy heterogéneos que se clasifican casi en su totalidad en el actual reino protistas (Protista). También algunos grupos de Protista como los oomicetes que, por convergencia, han desarrollado características típicas de los hongos.Otros grupos de organismos, como los procariontes, incluidas las bacterias, han sido estudiados por los botánicos a la vez que por los microbiólogos. Los “hongos mucosos” son un grupo heterogéneo, algunos de cuyos miembros han sido objeto de estudio tanto para los botánicos (con el nombre mixomicetes) como para los zoólogos (con el nombre mixozoos).

Mineral

Muestras de un coleccionista de minerales.

Un mineral es una sustancia natural, homogénea, de origen inorgánico, de composición química definida (dentro de ciertos límites), posee unas propiedades características y, generalmente, tiene estructura de un cristal (forma cristalina).Un mineral posee una disposición ordenada de átomos de los elementos de que está compuesto, y esto da como resultado el desarrollo de superficies planas conocidas como caras. Si el mineral ha sido capaz de crecer sin interferencias, pueden generar formas geométricas características, conocidas como cristales.

Mesopotamia


Situación de las ciudades de la antigua Mesopotamia.

Mesopotamia (del griego: Μεσοποταμία, "entre ríos", traducción del antiguo persa Miyanrudan, "la tierra entre los ríos", o del arameo Beth Nahrin, "entre dos ríos") es el nombre por el cual se conoce a la zona del Oriente Próximo ubicada entre los ríos Tigris y Éufrates, si bien se extiende a las zonas fértiles contiguas a la franja entre los dos ríos, y que coincide aproximadamente con las áreas no desérticas del actual Irak. El término alude principalmente a esta zona en la Edad Antigua.

Río Éufrates

Éufrates

Barca navegando en el Shatt al-Arab, formado por la confluencia del Éufrates y el Tigris.
Longitud 2.780 km
Altitud de la fuente 4.500 msnm
Altitud de la desembocadura n/d msnm
Caudal medio 830 m³/s
Superficie de la cuenca 765.831 km²
C. Hidrográfica n/d
País que atraviesa Turquía
Bandera de Siria Siria
Bandera de Iraq Iraq
Nacimiento Montes Cáucasos en india de marfil
Desembocadura Golfo Pérsico
Ancho de la desembocadura n/d

El Éufrates (del griego Ευφράτης; en árabe الفرات, Al-Furat; turco: Fırat) es el río occidental de los dos grandes ríos que definen la Mesopotamia, junto con el Tigris. Nace en Armenia, fluye por las montañas de Anatolia hacia Siria y posteriormente Iraq. El río confluye con el Tigris para formar el Shatt al-Arab, que a su vez desemboca en el Golfo Pérsico. Tiene una longitud de 2.780 km. En la Biblia es conocido como "el río" y es el que atravesaba Babilonia.Su caudal no es abundante en relación al tamaño de su cuenca, ya que discurre por zonas áridas y desérticas donde se da un importante aprovechamiento hídrico, con multitud de presas en su curso, sobre todo en Turquía, y la irrigación en Mesopotamia que tiene más de 3000 años de historia. Esta escasez de agua en el Oriente Medio deja a Iraq con el temor permanente de que Siria y Turquía vayan a utilizar la mayor parte del agua antes de que llegue a ellos. El caudal medio es de 830 m³/s cuando entra en Siria, pero oscila entre los 300 m³/s del periodo de estiaje y los 5.200 m³/s en sus máximos fluviales que causan inundaciones.

Tigris

Tigris

Río Tigris en Iraq.
Longitud 1.900 km
Altitud de la fuente n/d msnm
Altitud de la desembocadura n/d msnm
Caudal medio 1.500 m³/s
Superficie de la cuenca 258.000 km²
C. Hidrográfica n/d
País que atraviesa Turquía
Bandera de Siria Siria
Bandera de Iraq Iraq
Nacimiento turquía
Desembocadura río Éufrates
Ancho de la desembocadura n/d

El Tigris (Diçle en idioma turco) es el río oriental de los dos grandes ríos que definen Mesopotamia, junto con el Éufrates, que fluye desde las montañas de Anatolia a través de Irak. De hecho, el nombre "Mesopotamia" quiere decir "tierra entre los ríos".El primer nombre conocido del río en sumerio era Idigna o Idigina, que puede ser interpretado como el río rápido o el río que fluye, en contraste con su vecino el Eufrates, cuyo caudal más lento provocaba que se depositaran más sedimentos y construyera un lecho más alto que el Tigris. En pahlavi, tigr significa flecha (de la misma familia que el persa antiguo tigra-, y el persa moderno têz: agudo). Sin embargo, no parece que este fuera el nombre original del río, sino más bien parece que fue acuñado (de forma similar que en las lenguas semíticas) como imitación del nombre local sumerio. Es también posible que el nombre Tigris sea derivado del idioma kurdo, en el que tij significa agudo, refiriéndose al Tigris como un río agudo y rápido. Dado que no existe un equivalente a la letra j en griego, se utilizó la letra g, derivando posiblemente en tig a partir de tij.Otro nombre dado a este río, utilizado desde el tiempo del Imperio Persa, es Arvand, que tiene el mismo significado. Actualmente, el nombre Arvand se refiere a la parte baja del Tigris en el idioma persa.El río Tigris es conocido en la Biblia como Hidequel que era uno de los cuatro ríos en los que se dividía la corriente de agua que procedía de Edén (Biblia Génesis 2:10-14).En lengua árabe este río se llama Dijla (pronúnciese la j como "je" en francés) (دجلة).

El Tigris a las afueras de Diyarbakır, Turquía.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

A DEUSA PSIQUE DA MITOLOGIA GREGA


A poesia é o princípio de toda a cultura : /
é o espírito do profeta e da sibila /
da serpente que sibila na pitonisa /
na filha da píton reticulada /

A história tem seu embrião nas frases poéticas e proféticas / estãos nas orações dos beatos e nos oráculos das pitonisas e dos profetas / mas antes é dada nos gritos guturais e dramáticos que encetam o canto / que ensaiam, afinam e gravitam a voz para o canto / em cuja origem está a fala / quando ocorre o abrandamento e economia do canto / no momento pré-poesia ( pré-sol, pré-sal, pré-girassol, pré-abelha rainha ) / quando o comércio dá os primeiros passos / convoca as leis, a ciência e a filosofia a atuar / ( a fala é o canto mitigado que lapida o canto / dando ênfase à sobriedade ao restringir o alongamento dramático das vogais / que ocorre na dramatização que caracteriza o grito. /

O grito é música em estado bruto / não lapidado pela fala / cuja função é mensurar esse drama encenado pela voz / dando a esse drama a mescla da comédia / que é um tempero da tragédia / pois a tragédia é o canto sagrado constitutivo da religião e da terapia / momento solene da crucificação, morte e ressurreição / enquanto o condimento posto pela comédia possibilita o advento do comércio / relação de mercado que cria as condições para a riqueza / funda a sociedade e possibilita as condições para o surgimento da ciência e da filosofia / fundamentos da cultura erudita / cuja posição crítica e independente fora do âmbito do canto, dança e ritos teatrais / fez girar em pião os cérebros pensantes até a revolução Industrial na Inglaterra numa parusia da liberdade pelos caminhos empoeirados do espírito absoluto / que bebeu na fonte da vodka absoluta ) /

Antes do advento da escrita e concomitantemente da história / o cantar das vogais no momento dramático ou trágico do grito / denotava e conotava dor ou prazer / essência do drama e da poesia trágica / que vem antes no canto, cuja origem é o grito, do que na escrita fria / de mãos postas em partituras ou nos versos escritos da tragédia /
( somente a tragédia com a presença real do ser humano que a encena / é verdadeiramente a essência do drama / outro fundamento do canto, dos gestos , representados no teatro, / que é o símbolo da vida humana individual e coletiva / com todas as expressões e manifestações corporais humanas e animais / no limite do que lhes ensina a tragédia / desenhada no corpo do drama encenado / no âmbito social e na economia vegetativa da natureza / que na terminologia de Freud foi denominada de "Inconsciente" / e Jung de "Inconsciente Coletivo " : / o primeiro evocando o aspecto individual / e o outro as facetas coletivas / dicotomias presentes na vida consciente e vegetativa do ser humano / um ser que retêm o barro do Adão que é no corpo de metais alcalinos-terrosos / onde está arraigado o vegetal que é na flor do paraíso / ou flor do Éden corrente na torrente de vida da floresta ) /

A poesia embrionária no grito /
que prenuncia o drama trágico / é o princípio da razão e da sensibilidade / que enceta a história, a filosofia e a religião / e posteriormente toda a cultura humana / quando a língua já está perfeita em versos de Narcisos / que põem a cantar até o inferno no Canto do Inferno de Dante / ou nas vozes de Goethe, Byron, Nietzsche / na lua de mel da pré-colmeia, pré-favos-de-mel do Cântico dos Cânticos / cujo escopo é elevar a palavra ao extremo da beleza e da precisão do pensamento / fundando as bases mentais do ser humano / sob a forma de religião teológica, filosofia, ciência / cujas bases são os vocábulos / e posteriormente na transcendência da palavra / traduza a natureza em linguagem matemática / do diálogo á dialética com a natureza / viabilizando a técnica e o consequente estudo da técnica / ao dizer a técnica em "logos", lógica : tecnologia / discurso que põe as bases técnicas da engenharia / antes elucubrada nos meandros insulares dos cérebros que elucubraram a física teórica / poesia abaixo do nível dos neutrinos da flor em anti-matéria / ou da tulipa negra envolta na cápsula negra da matéria negra / e da energia negra que permeia o universo / e as elucubrações dos físicos teóricos / alquimistas-matemáticos do submundo em abelhas e mel na forma de pura energia / quantificada no Quânticos dos Quânticos /

A poesia olha o lago / e do lago olha o homem / cujo olhar apaixonado retorna à imagem do Narciso de sua individualidade / refletida e defletida ao léu do encanto espelhado em água marinha / com a face metálica morta no submarino /

Todavia, esse Narciso submarino abandona as águas do lago e pisa terra firme / - calca sob os pés a "terra à vista!" vista do periscópio / porque é uma espécie desconhecida de Narciso / um Narciso retirado do homem e da flor mítica plantada no solo do mito : / é o Narciso anfíbio que planta a planta do pé sobre terra firme / em Ilhas Virgens / no reino então somente discutido por vegetais e minerais / e cria a mente humana / com símbolos e signos similares aos movimentos do cérebro / na dança suave e harmônica das esferas e da eletricidade / que vem bailando desde o encéfalo / descendo escadas no corpo humano / em cujos porões estãos as mãos / que manufaturam o vasilhame de argila e escrevem poemas a Dante / pisando serpentes e lagares e vides / palmilhando caminhos em solo alcatifado pela flor de laranjeira caída em anjo no pó / com a face decadente do velho Narciso agora caída pela terra / cujo dossel é a barra da alva nos primeiros passos do anjo da luz / que salta no solo na forma de Adão / - um outro e desconhecido Adão / inovação de Adão / e de Deus /
REFERÊNCIAS :
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El profeta Jeremías

Según una doble acepción, la palabra profeta puede significar:

  • Persona que es capaz de predecir acontecimientos futuros (videncia), lo que comúnmente se conoce como profecía.
  • Persona que habla por inspiración divina o en nombre de Dios. Es una figura clave en muchas religiones puesto que su don proviene de su capacidad de hablar con Dios y ser inspirado por Él.

Siguiendo la segunda acepción, en el islam:Dios (En árabe: Alá y en el arameo hablado por Jesús de Nazaret: Alaha) es la única divinidad, y Muhammad صلّى الله عليه وسلّم (Mahoma) uno de sus profetas.Para el judaísmo, islam y el cristianismo, ha habido varios profetas, según puede leerse en el Antiguo Testamento y el Corán. Se ha traducido como profeta (en griego, πρoφήτης), la palabra hebrea nabi, cuyo significado literal es "llamado".

Representación ideada de Daniel en la fosa de los leones
Pintura de Peter Paul Rubens

Daniel (del hebreo דָּנִיֵּאל) cuyo nombre significa "Dios es mi juez" o "La Justicia de Dios". Según lo que aparece escrito en la Biblia, Daniel formaba parte de la tribu de Judá, que había sido capturada y permanecía en Babilonia cuando Nabucodonosor II destruyó la ciudad de Jerusalén.Un grupo de jóvenes fue seleccionado para ser llevado ante Nabucodonosor. Eran escogidos de las tierras y pueblos que Babilonia había conquistado. Fue acompañado por, entre otros, tres jóvenes hebreos de su misma tribu: Hananías, Azarías y Misael. Aunque muchos de los exiliados vivían cerca del río Kebar, fuera de la ciudad de Babilonia, se escogió a Daniel y sus tres compañeros para un aprendizaje especial de la escritura y lengua caldeas durante tres años, a fin de equiparlos para funciones de gobierno. Como era costumbre, les pusieron nombres babilonios: a Daniel le llamaron Beltsasar conforme al nombre del dios de Nabucodonosor.


Ubicación de Delfos [Delphes], en Grecia
Templo de Apolo
Ruinas de Delfos
La sibila de Delfos (1510, 350 × 380 cm), fresco de Michelángelo (1475-1564) en la Bóveda de la Capilla Sixtina
Orestes en Delfos; crátera con figuras rojas, ca. 330 a. C.
Los picos Fedríades (‘brillantes’) de Delfos
Plano del santuario de Apolo Pitio
Ónfalos de Delfos que se exhibe en el museo
Auriga de Delfos que se exhibe en el museo

El oráculo de Delfos fue un gran recinto sagrado dedicado principalmente al dios Apolo que tenía en el centro su gran templo, al que acudían los griegos para preguntar a los dioses sobre cuestiones inquietantes. Situado en Grecia, en el emplazamiento de lo que fue la antigua ciudad llamada Delfos (que hoy ya no existe), al pie del monte Parnaso, en medio de las montañas de la Fócida, a 700 m sobre el nivel del mar y a 9,5 km de distancia del golfo de Corinto.De las rocas de la montaña brotaban varios manantiales que formaban distintas fuentes. Una de las fuentes más conocidas desde muy antiguo era la fuente de Castalia, rodeada de un bosquecillo de laureles consagrados a Apolo. La leyenda y la mitología cuentan que en el monte Parnaso y cerca de esta fuente se reunían algunas divinidades, diosas menores del canto, la poesía, llamadas musas junto con las ninfas de las fuentes, llamadas náyades. En estas reuniones Apolo tocaba la lira y las divinidades cantaban.El oráculo de Delfos influyó en gran manera en la colonización de las costas del sur de Italia y de Sicilia. Llegó a ser el centro religioso del mundo helénico.La Fócida o Focia es una antigua región del centro de Grecia atravesada por el gran macizo del monte Parnaso. En época de la Grecia clásica una parte de esta región, la que está situada al pie de dicho monte, tenía el topónimo de Pyto (o Pito), en griego Πυθω. Este lugar es el conocido como Delfos, es decir, Pyto y Delfos son sinónimos.El puerto de Itea era la puerta al mar más cercana a Delfos.El nombre de Pito fue tomado de la serpiente Pitón (Πυθων) que vivía en una cueva de estos parajes y a la que el dios Apolo dio muerte para apoderarse de su sabiduría y ser él quien presidiera el oráculo. La mitología cuenta que después de dar muerte a la serpiente, Apolo guardó sus cenizas en un sarcófago y fundó en su honor unos juegos fúnebres que se llamaron Juegos Píticos. Más tarde corrió la leyenda de que ese sarcófago se hallaba enterrado debajo del ónfalos, piedra cuyo nombre significa "ombligo del mundo", en el templo de Apolo en Delfos. De este nombre derivó el de Pitia o Pitonisa (Πυθια), nombre que se le fue dando a las mujeres que interpretaban las respuestas, es decir el oráculo. Al templo de Apolo se le llamaba también Pition (Πυθιoν) y al mismo Apolo en Delfos se le llamó Apolo Pitio.El topónimo de Delfos viene de Delfine (Δελφινης), que era el nombre del dragón mitológico que custodiaba el oráculo antes de la llegada de Apolo. A partir del siglo IV a. C., se le empezó a llamar Pitón en lugar de Delfine, aunque en esencia era el mismo personaje. Son dos fases sucesivas de la leyenda. Siguiendo el topónimo de Delfine, al templo de Apolo se le llamó igualmente Delfinion (Δελφίνιo)

Serpientes
Rango fósil: Cretácico: Presente

Antaresia maculosa
Clasificación científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Clase: Sauropsida
Subclase: Diapsida
Superorden: Lepidosauria
Orden: Squamata
Suborden: Serpentes
Linnaeus, 1758
Distribución
Infraórdenes y familias

Las serpientes (Serpentes) u ofidios (Ophidia) son un suborden de saurópsidos (reptiles) diápsidos pertenecientes al orden Squamata, caracterizado por la ausencia de patas y el cuerpo muy alargado. Se originaron en el período Cretácico.Las serpientes se caracterizan por la ausencia de extremidades y cuerpo alargado. Algunas poseen mordeduras venenosas que utilizan para matar a sus presas antes de ingerirlas. Otras serpientes matan a sus presas por constricción, por ejemplo estrangulación.Se reconocen 456 género y más de 2.900 especies.Evidentemente, las serpientes derivan de algún tipo de lagarto, pero los detalles concretos de su origen no están claros. En la mitología griega, Pitón era una gran serpiente, hija de Gea, la madre Tierra, nacida del barro que quedó en la tierra después del gran diluvio. El monstruo vivía en una gruta cerca de Delfos, sobre el monte Parnaso y allí custodiaba el oráculo. El dios Apolo mató a la Pitón, exigió el oráculo para sí y desde entonces fue conocido como Apolo Pitio. Se dice que el dios había establecido los Juegos Píticos para celebrar su victoria.

Heroónpolis

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(Redirigido desde Pitón (Egipto))

Heroónpolis o Heroópolis, nombre helenizado de la antigua ciudad que fue capital del VIII nomo del Bajo Egipto.

Mapa de Egipto: Heroónpolis.

Nombre egipcio: Pi-Tum o Pa-Tum "Casa de Atum". Nombre griego: Heroónpolis Ἠοώων πόλις o Ἡρώ (Estrabón). Nombre bíblico: Pitón. Nombre hebreo: (פתם). Nombre árabe: Tell el-Masjuta.

Heroónpolis fue una importante antigua ciudad situada al este del delta del Nilo, cerca de la desembocadura del canal que unía el río Nilo con el mar Rojo, el Canal Real (Ἡρωοπολίτης κόλπος , Ptol. v. 17. § 1, Latin: Heroopoliticus Sinus), y aunque no estaba en la costa, sino con rumbo norte de los lagos Amargos, Heroónpolis era de suficiente importancia como plaza comercial, dando su nombre a la rama del mar Rojo.

Posiblemente Heroónpolis era Pitón, una de las ciudades mencionada en el Exodo 1:11, la que fue ordenada construir por el faraón de la opresión con el trabajo forzado de los israelitas.